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terça-feira, 20 de maio de 2014

Irmãos Gallagher



Página do Facebook dedicada aos irmãos Liam e Noel Gallagher no Brasil

Fundadores do Oasis, hoje Beady Eye e High Flying Birds
Fotos Raras, nunca vistas antes, fotos antigas, grande galerias de imagens, desenhos, e tudo relacionado aos Irmãos Gallagher, e todo os músicos que já fizeram parte dos projetos de Liam e Noel Gallagher


Veja fotos:







Oasis, Beady Eye, Noel Gallagher, Liam Gallagher, Oasis Brasil, Noel Gallagher's High Flying Birds, BE, NGHFB, Bonehead, Guigsy, Gem Archer, Andy Bell, Alan White, Tony, 

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Beady Eye - Zelt Festival 2011


Video:





Fotos da apresentação:

GEM


JEFF

LIAM

ANDY
MAIS FOTOS EM:
http://sollyintheskywithpictures.blogspot.com/2011/08/beady-eye-zelt-festival-bochum.html
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Andy Bell retruca Noel Gallagher e dispara: “ele mentiu sobre um monte de coisas”





Tradicionalmente um cara sereno e de poucas palavras, Andy Bell saiu do seu feitio e resolveu responder duramente as declarações que Noel Gallagher deu em sua coletiva de imprensa, no início de julho. De acordo com o guitarrista do Beady Eye, Noel disse muitas mentiras. Seguindo a linha de Liam, Andy disse em entrevista ao jornal Japan Times que Noel tem o poder de manipular a imprensa.


“Noel sempre fez o trabalho com a imprensa e sempre foi divulgado o ponto de vista dele. Ele sempre deu opiniões pessoais sobre os membros da banda (Oasis) e isso não era bom pra ninguém internamente, era só o que ele pensava. Nós nunca tínhamos algo a dizer. As pessoas conviveram 10 anos com as opiniões do Noel como se fossem do Oasis. É como se ele fosse a única pessoa decente na banda. Liam tem seus pontos de vista válidos. E agora ele pode falar sobre eles”, disse Bell.


De acordo com Bell, que assistiu toda a coletiva de Noel e a classificou como “merda”, ele mentiu quando disse que a Pretty Green foi a origem dos problemas dentro do Oasis. “Ele mentiu sobre um monte de coisas. O argumento que ele usou sobre a Pretty Green foi mentiroso. O que ele disse sobre o V Festival, que o Liam não estava com laringite, também é mentira. Eu não sei, talvez ele se convenceu que isso era verdade. Não sei o que se passa na cabeça dele. Eu o conheço, então não estou desapontado. Esse é o jeito dele. Eu sei como ele controla a imprensa. Ele usou a imprensa por anos. Entrevistas e imprensa são coisas secundárias pra gente. Essa é a vida dele”, disparou Andy.






Apesar das respostas, Andy preferiu não se prolongar mais, mesmo quando indagado sobre os ataques diretos de Noel direcionados a ele. “Isso é apenas o Noel sendo Noel. Toda aquela merda… três de nós estávamos no camarim e o que eu posso dizer é que a briga não teve nada a ver com a Pretty Green. Não vou botar mais lenha na fogueira. Mas acabei em uma banda com Liam, Gem, Chris, o mesmo empresário, a mesma equipe. Mas ao mesmo tempo, desejo para o Noel tudo de bom, quero que ele seja feliz”.


DO OASIS NEWS - http://oasisnews.com.br/
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

"Nunca atacaria Noel, o Oasis definitivamente funcionou", diz ex-baixista da banda e atual Beady Eye




Quando Noel Gallagher deixou o Oasis em 28 de agosto de 2009, depois de uma briga em Paris com seu irmão, Liam, os outros quatro integrantes da banda enfrentavam um dilema. "Ou continuávamos tocando juntos ou iríamos para casa assistir TV", diz Andy Bell, o baixista do Oasis que agora toca guitarra no Beady Eye, a banda que ele, Liam Gallagher, Colin "Gem" Archer e Chris Sharrock formaram e lançaram um álbum, "Different Gear, Still Speeding", em fevereiro.


A decisão de permanecerem juntos não foi difícil. "Nenhum de nós teve o desejo de sair procurando outra pessoa com quem tocar", diz Bell, de 40 anos, que liderou a banda britânica Ride antes de se juntar ao Oasis em 1999. "Nós estávamos felizes tocando juntos, parecia a coisa mais natural do mundo eu, Gem, Liam e Chris continuarmos. E decidimos fazer isso como uma nova banda".

Uma nova banda, mas uma com currículo musical que poucos novos artistas podem contar, assim como uma história louvável e notória. Afinal, o Oasis teve uma carreira que incluiu oito álbum consecutivos no 1º lugar da parada britânica e 70 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. 
Os Estados Unidos não se entusiasmaram tanto, mas o Oasis mesmo assim conseguiu três lançamentos platinados no mercado norte-americano, com "(What's the Story) Morning Glory" (1995) vendendo mais de 4 milhões de cópias, e desfrutando de sucessos como "Live Forever" (1994), "Wonderwall" (1995), "Don't Look Back In Anger" (1996), "Champagne Supernova" (1996) e "Don't Go Away" (1998).
O choque do fim do Oasis

O Oasis terminou devido às brigas públicas entre os irmãos Gallagher, nas quais os vários outros integrantes da banda --oito nos 19 anos de história-- eram meros espectadores. Noel Gallagher falava com frequência em sair em carreira solo, e na briga final em Paris, Liam quebrou uma das guitarras de Noel.


 Mesmo assim, diz Bell, o fim foi "um choque". "Eu deveria estar preparado para que terminasse daquela forma", acredita o guitarrista, falando por telefone de sua casa em Manchester, na Inglaterra. "Mas quando você olha para trás... as brigas sempre ocorriam, quem ia saber quando seria realmente o fim?".
Bell se apressa em acrescentar que não quer passar a impressão de que era sempre ruim. "Porque se você briga a cada seis meses, você ainda tem outros seis meses de bons tempos no intervalo. Passávamos grande parte do tempo rindo, e aí ocorriam alguns momentos sombrios. Essa é a melhor forma como posso descrever".
Seria fácil para os músicos menosprezados atacarem seu ex-líder, mas Bell não fará isso. "Eu nunca atacaria Noel. O Oasis foi uma banda que definitivamente funcionou. Foi uma ótima banda para se estar, e teríamos prosseguido com o Oasis até todos morrermos, se essa fosse a intenção. Mas era uma cria do Noel, ele era o líder e aquele que tomava as decisões, o que era o certo. E muita música boa foi feita".
E o Beady Eye é o oposto disso, segundo Bell. "É uma banda democrática. A palavra de todos conta igualmente. Nós apresentamos ideias e canções e estamos todos envolvidos com a arte da capa, com o vídeo e fotos. Estamos tentando fazer isso como uma unidade, e gostamos da novidade disso no momento. É atraente para nós".

Empreendimento de valor

Com o fim do Oasis, Bell e companhia não demoraram para colocar o Beady Eye em ação. "Voltamos para Londres decididos continuar de alguma forma", lembra o guitarrista. "Não havia menção do nome da banda e nem nada". A tentativa poderia ter fracassado, ele admite. "Poderíamos não tocar bem juntos dessa nova forma", diz Bell.
Não foi o caso. O quarteto começou a trabalhar imediatamente em músicas novas, começando por "Beatles and Stones", uma homenagem aos seus antepassados musicais e, como diz Bell, também "resume a ideia de querermos passar pelo teste do tempo". 
O grupo gravou uma série de demos em um pequeno estúdio, operando eles mesmos o equipamento e produzindo faixas como "Millionaire" e "The Roller", que fizeram do Beady Eye um empreendimento que valia a pena. "Assim que essas três foram feitas começamos a sentir que iria funcionar", diz Bell. "Não teve algo como 'vamos marcar uma reunião e decidir como será o som do Beady Eye'. O som do álbum é o som das 13 canções que compusemos".
Houve uma empolgação instantânea quando a notícia da banda vazou. O produtor Steve Lillywhite, que já produziu Dave Matthews Band, Psychedelic Furs, Rolling Stones, U2, XTC e mais, sondou o Beady Eye a respeito de trabalhar com eles. "Ele nos contatou logo depois da separação (do Oasis)", lembra Bell, "e disse: 'se algo rolar, eu quero participar'. E ia rolar, então marcamos uma reunião com ele e mostramos as demos que já tínhamos. Ele gostou delas e nós gostamos dele".


 Reverência ao pop britânico

"Different Gear, Still Speeding" soa bastante como... bem, o Oasis. "Ora, nós todos estávamos naquela banda e Liam era o vocalista", diz Bell com indiferença. Mas está mais próximo do Oasis em ascensão dos anos 90 do que a banda de seus anos posteriores, quando Archer, Bell e Liam Gallagher se juntaram a Noel Gallagher na composição. 
A banda tem o mesmo tipo de reverência em relação ao pop britânico e os antepassados do rock, ciente de ser parte de uma linhagem musical e desafiadora em sua reivindicação dos mesmos elementos melódicos e sonoros de seus antecessores. "The Roller" soa como se fosse se transformar em "Instant Karma!" (1970) de John Lennon a qualquer instante, enquanto "The Beat Goes On" remete a David Bowie da era "Ziggy Stardust".

"Não há uma mensagem, exceto a de que trata-se apenas de canções", diz Bell. "Trata-se apenas da música, e nossa motivação é gravarmos os melhores álbuns que pudermos, e sermos a melhor banda ao vivo que pudermos ser, e esse é o fim em si mesmo. É muito simples. É apenas rock and roll e o desejo de ser uma boa banda", ele diz.
Como o Oasis, o Beady Eye ingressa às vezes em reinos épicos, como "Wigwam" e "The Morning Son", se estendendo além da marca de seis minutos, em arranjos ambiciosos. A primeira, segundo Bell, foi particularmente difícil de combinar. "Essa nasceu de três canções diferentes que Liam reuniu em uma só. Fomos bem duros com nós mesmos quando a estávamos gravando. Quando finalizamos, nem sabíamos se tinha dado certo".
Com o lançamento de "Different Gear, Still Speeding", o Beady Eye está se concentrando em estabelecer sua reputação como banda ao vivo no Reino Unido e na América do Norte. Até o momento, diz Bell, ele está comovido pela resposta do público. "Parece ser um público do Beady Eye, que eu não poderia prever", ele diz. "Não vi nenhuma camiseta do Oasis. E as pessoas estão cantando cada palavra de nossas canções, é incrível, considerando que o álbum saiu há pouco tempo. Como você chamaria isso? Um gol de placa".
E ele acrescenta que não vai demorar para o Beady Eye voltar ao estúdio. "Há planos em andamento enquanto falamos", diz o guitarrista. "Há canções que sabemos que serão gravadas para o próximo álbum. Agora estamos entrando no embalo de excursionar, e quando se está em turnê, o que se costuma fazer é sentar e ficar brincando com ideias para novas canções".
Bell conclui que todos os integrantes ganhraram um novo sopro de vida. "Eu acho que pegamos esta nova situação e extraímos o melhor dela, saindo com uma mentalidade realmente positiva. É difícil pensar em um desdobramento melhor, sério".

FONTE: musica.uol.com.br










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terça-feira, 3 de maio de 2011

Beady Eye Tour Photo Gallery Volume II


As melhores fotos da primeira fase da Turne da Beady Eye Volume II

Apollo Theatre, Manchester, on Monday 7th of March 2011

Edinburgh Corn Exchange Monday 18th April 2011


Brighton Centre

Wolverhampton Civic Hall

Brighton Centre

Wolverhampton Civic Hall

Brighton Centre


A pedidos, a maioria das fotos é do Liam!
cheers...
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

DE FRENTE COM ANDY BELL?

Pouco tempo após o fatídico 28 de agosto de 2009, data que decretou o fim do Oasis, Liam Gallagher veio a público para soltar a notícia: a banda continuaria seu caminho mesmo sem Noel Gallagher, considerado a mente criativa do Oasis. Surgia então o Beady Eye e uma das principais dúvidas que pairaram na cabeça dos fãs foi: e agora?


É notório que Noel Gallagher poderia fazer falta especialmente por suas composições. Considerado um dos maiores compositores de sua geração, Noel preferiu abandonar o barco e seguir em carreira solo – seu primeiro trabalho é esperado para outubro – e, a partir de então, os fãs de Oasis passaram a apostar suas fichas em Andy Bell, personagem de destaque da música britânica dos anos 90 com a banda Ride e que, no Oasis, tinha seu talento restrito ao Baixo e a poucas composições nos álbuns, o que era uma constante reclamação dos fãs.



“Nunca fiquei infeliz no Oasis. Eu curtia ser, tipo, um dos caras. Mas agora, sem o Noel, nós temos uma nova banda e certamente é ótimo poder contribuir mais”, concorda o próprio Andy Bell, em entrevista exclusiva ao Oasis News.
Desde que caiu nas mãos dos fãs em fevereiro, as composições de Andy Bell em “Different Gear, Still Speeding” têm sido constantemente elogiadas. Bell contribuiu com as canções consideradas “pontos altos” do álbum. São elas “Four Letter Word”, “Millionaire”, “Kill For a Dream” e “The Beat Goes On”, esta última, com ares de transição entre o fim do Oasis e o começo do Beady Eye. “Costumo escrever letras durante um longo período, um pedacinho aqui, outro ali, e parte delas certamente foi antes disso. Outras coisas aconteceram, mas é mais ou menos isso”, disse o agora guitarrista.


Uma das virtudes que prima o Beady Eye é a energia de seus integrantes. “Different Gear, Still Speeding” foi um dos 5 álbuns mais vendidos do mundo em sua semana de lançamento, a banda tem datas esgotadas na Europa, América do Norte e Japão, mas nem o êxito repentino do aclamado álbum de estreia faz com que o grupo se acomode.
Em recentes entrevistas, Liam Gallagher disse que a intenção da banda é não demorar a lançar um segundo álbum (no Oasis, a média da última década era de 3 em 3 anos). Andy Bell endossa a fala do vocalista e informa que um segundo trabalho já está sendo planejado. “Pra nós já é uma pausa gravar um álbum. Claro que não dá pra ir direito para uma gravação, mas assim que acabar a tour vamos gravar umas demos da mesma maneira que fizemos com esse. Vocês não terão um novo álbum instantaneamente, mas começaremos a trabalhar imediatamente, sabe?”.
No próximo dia 2 de maio, o Beady Eye lança seu (oficialmente) 2º single, “Millionaire”, música de autoria de Andy Bell e que já possui clipe sendo veiculado na TV. Para Andy, este não será apenas o 2º single, já que o grupo lançou teasers no final do ano passado (Bring The Light e Four Letter Word). “Eu ainda acho que as três primeiras músicas eram singles, mas daí alguém chegou e me disse “o primeiro single será The Roller” hahaha! Eu nem sei mais o que significa um single. Se nós vamos vender, eventualmente, pra mim isso é um single. Na minha cabeça temos três singles até agora, e vamos continuar lançando outras faixas”, disse Andy, que informou também que a banda lançará mais músicas lado b: “Cada vez que vamos para a rádio, vamos lançar a faixa com b-sides. Temos dois b-sides já prontos para lançar. Mais dois singles”, informou, referindo-se a “Millionaire” e outro single posterior.

Uma das grandes mudanças da passagem do Oasis para o Beady Eye é que, teoricamente, a banda não tem um líder. Na época de Noel, todas as decisões passavam por ele, especialmente a da montagem da tracklist dos álbuns, fato que sempre causou alguma divisão entre os fãs, já que ótimas músicas como “Shoud it out loud” e “Let’s All Make Believe”, por exemplo, foram deslocadas como b-sides. “Sim, era basicamente isso sim”, reconhece Bell, que pontua a diferença básica que existe hoje no Beady Eye. “Construímos o álbum e o setlist ao mesmo tempo. Não estamos tocando nada de Oasis, mesmo quando estávamos gravando sabíamos que seria assim. E tudo tem que soar bem ao vivo. E eu acho que isso influencia como a gente soa no álbum, me parece que soa com muito mais energia, tá entendendo? É um álbum feito para tocar ao vivo, porque a gente sabia que ele seria o nosso set inteiro”.


A opção por não executar músicas do Oasis (das autorias de Liam, Gem e do próprio Andy) foi tomada desde o início. “Nós nunca consideramos isso porque Oasis era Noel e Liam juntos. Então se não vai ter Noel, não é Oasis, não são músicas do Oasis, não é o nome Oasis. É pelo nosso respeito a isso que não vamos tocar”, frisou.
Todas as músicas do álbum têm sido tocadas durante os shows da turnê, que começou em março. As apresentações têm duração média de 70 minutos e vêm sendo ensaiadas desde 2010. “Nós ensaiamos todos os dias, estamos ensaiando há meses. Eu tava ensaiando agora mesmo. E estamos tocando tudo o que temos, algo como 16 músicas. Temos um set, mas a gente ensaia mais sons para se for o caso de tentar algo diferente no último minuto”, diz Andy, que informa que podem ocorrer algumas alterações de um show para outro: “A gente tá na pilha de tocar tudo o que temos, mas como não dá pra tocar tudo em uma noite, a idéia é trocar algumas no set em diferentes noites. Tem sido legal. Acho que se você for fã, tem que comprar ingressos para mais shows e ver todas as músicas que temos”.
Além de se apresentar com a banda, é até certo ponto comum ver Andy Bell dando uma de DJ em festas como as de Alan McGee e da Pretty Green. Recentemente, ele publicou um set de 40 minutos intitulado “Radio Cadaqués” com as músicas que certa vez ouviu no trajeto entre Cadaqués e Figuerés, cidades espanholas que são tema da composição de “Millionaire”.
Bell diz que o gosto por discotecar é apenas um hobby. “A real é que eu não sou muito bom nisso (discotecar). Eu gravei uns CDs com alguns sets, aquelas músicas que você escuta antes do show começar. Não temos grana para levar um DJ na turnê por enquanto, estamos bem no início. Na real é algo que eu faço mais pros amigos. Se um amigo me liga e convida pra tocar, eu vou na boa”.
Já que o papo caiu em “shows”, a pergunta óbvia não poderia ficar de fora. Alguns dos últimos shows do Oasis na tour de 2009 foram na América do Sul, quatro deles no Brasil. Andy relembra com carinho a passagem do grupo pelo país. “Amamos ir para o Brasil, é um dos nossos lugares favoritos de tocar. Sim, foi lindo. Tipo… É um lugar ótimo pra tocar, a gente ama. E temos que voltar”.
Se depender da vontade dele e seus companheiros de banda, o Beady Eye virá à América do Sul ainda nesta turnê. “Certamente é algo que a gente quer fazer, mas eu não sei ao certo se já está na rota da agenda. A gente quer tocar em todo lugar que puder. Acho que por enquanto é só UK, EUA e Japão. América do Sul acho que ainda não, mas eu realmente espero que sim”.
Se vem para shows ou não, Andy Bell está propenso a aceitar nosso convite para, em suas próximas férias, trocar o tradicional Lago Como (Itália) por uma de nossas praias. “É uma boa, vou fazer isso”, prometeu, em meio à gargalhadas.
Thx @ Geraldo Figueras / Ray McCarville / Ignition
ESTREVISTA E MATÉRIA RETIRADA DO SITE: http://oasisnews.com.br





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